
Busquei no ar palavras que sustentassem o meu ser
não as encontrei e findo o temor
veio a esperança: jamais as encontrarei.
Enquanto ando pela chuva
sinto as lâminas que cortam a alma,
sou apenas parte do que desejo crescer.
Movimentos cercam os membros, iludem teus olhos
e me fazem bela, exótica no desejo...
Não serei a borboleta que voa visto que o peso do amor é insustentável.
Natasha Barbosa
( quadro "Bonjour tristesse" do Martin Eder)
Muito bom, um pouco subjetivo para meus olhos destreinados pra tais metáforas. Consegui perceber bem a idéia da borboleta como uma metáfora de fraqueza as interpéres, como a chuva/amor, como insustentável. Fraqueza desse ser perante o amor, q é muito maior q ele.
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